Olá, pessoas
Estamos em 2016, mas 2015 ainda respira nos nossos cangotes! 2015 foi um ano punk: arrastado, morto, parado e todo trabalhado na crise. Vamos passá-lo a limpo? Relembrar algumas coisinhas?
Wagner é pop
O ator brasileiro Wagner Mouro marcou, definitivamente, seu nome no mercado internacional. O sucesso da série Narcos (Netflix) colocou Wagner no olho do furacão e lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro de melhor ator. Mouro não levou o prêmio (mesmo sendo o melhor entre os candidatos), mas agora ninguém pode negar: ele é um astro internacional.
O Mar da Record se abriu
A Globo sempre foi - e ainda é - a poderosa do mercado de teledramaturgia. Vez ou outra, aparece uma obra na concorrência que lhe tira o sono. Foi assim com Pantanal (na falecida rede Manchete). E em 2015, quem trouxe pesadelos para a Globo foi a rede Record. Com a novela bíblica Os Dez Mandamentos, a emissora de Edir Macedo atingiu índicies de audiência nunca antes imaginados. O sucesso foi tanto que acabou massacrando a novela global das nove - Babilônia (que apesar do nome, não era bíblica).
A rainha voltou
Por falar em Record, a emissora causou um fuá quando contratou a maior apresentadora de TV da atualidade: a eterna rainha dos baixinhos Xuxa. Chateada com a geladeira que vinha recebendo da Globo, Xu mudou de canal. Sua contratação e sua estreia foram cercadas de muito barulho. Se por um lado a ida de Xuxa para a Record mereceu festa, por outro a coisa tá tensa: o programa da loira ainda não mostrou a que veio e tem perdido audiência a cada segunda-feira.
O filho do Mal
O fim se aproxima
E no finalzinho do ano, ainda vimos surgir, das cinzas de um ano complicado, dois grandes sucessos midiáticos (e financeiros, claro). O sétimo filme da franquia Star Wars chegou chegando. Fãs de longa data e novos (impulsionados pelo burburinho causado pela estreia) correram para os cinemas para ver o que o destino reservou a Darth Vader e sua turma.
E, no apagar das luzes de 2015, Adele voltou da maternidade com o álbum 25. O resultado? Milhões de discos (físicos, inclusive) vendidos em pouco tempo nos levando a perguntar: que pacto é esse que você fez, mulher? Conta pra gente!
É isso, gente. 2015 já está na tumba e 2016 só começando. E vamos que vamos! Beijos e sigam-me:
Aharom Avelino
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