sábado, 30 de janeiro de 2016

SEIS LIVROS PARA LER EM 2016 (Parte 2)





Olá, pessoas

E aí, começaram suas leituras? Pois bem, como prometido no post passado (link), aqui vão os outros três livros (totalizando seis) que vocês deveriam ler em 2016. Não percam tempo, mergulhem no maravilhoso mundo da leitura. 

Ah, se você tem alguma dica de livro, pode deixá-la nos comentários. Sua dica será de grande valia. Ok, sem mais delongas, vamos aos livros...

A HORA DA ESTRELA (de Clarice Lispector): que tal parar de ficar compartilhando supostas frases da senhora Lispector no Facebook e começar a lê-la de verdade? A Hora da Estrela é uma narrativa curta que conta a história de Macabéa, moça simples e ingênua que não imagina como o mundo e as pessoas podem ser cruéis. O livro é um verdadeiro mergulho no pessimismo e apesar de parecer melancólico (e é), não deixa de ser delicioso. 


NÃO EXISTE AMOR ERRADO (de Aharom Avelino): sim, sou eu. Se estou sugerindo livros no meu blog, nada mais justo do que puxar um pouco a sardinha para o meu lado, não é mesmo? Pois bem, Não Existe Amor Errado conta história de quatro adolescentes vivendo os últimos meses do ensino médio. Além dos conflitos típicos da adolescência: primeiro amor, o que fazer no futuro, como lidar com as pessoas ao seu redor; soma-se aí o fato de os quatro personagens (Nando, Caio, Lipe e Júlia) serem gays, ou seja, eles ainda terão que lidar com um mundo onde existe, sim, preconceito, bullying, homofobia, etc... Mas, onde também há amizades verdadeiras.  


VIDAS SECAS (de Graciliano Ramos): em tempos de crise hídrica, vale a pena ler este clássico de Graciliano. O livro narra a saga de uma família de retirantes no sertão nordestino e mostra como suas vidas (e suas personalidades) são afetadas pela fome, a miséria e, claro, a seca. Um choque de realidade necessário. Prestem atenção na cachorra Baleia, ironicamente a personagem mais afetiva da história. 

Gente, é isso. Espero que vocês curtam as dicas e que, principalmente, comecem a ler loucamente. 

Querem trocar uma ideia sobre tudo? É só me seguir nas redes sociais. Abração...

Aharom Avelino 

YouTube: AQUI
Instagram: AQUI
Twitter: AQUI

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

SEIS LIVROS PARA LER EM 2016 (parte 1)





Olá, pessoas

Estamos cansados de ler aqui e ali que o brasileiro não lê. De fato, lemos pouquíssimo. A maioria das pessoas, com as quais falo sobre livros, diz que gostaria de ler, mas tem preguiça. Despertar o gosto pela leitura pode parecer difícil, mas nem tanto. É preciso criar hábito e hábito tem a ver com rotina. Reserve um tempo do seu dia (comece com uns 15 minutos) e use-o para ler. Isole-se do mundo: desligue celular, TV, computador, etc... O tempo da leitura deve ser sagrado. Ah... a ideia é que você faça isso sempre no mesmo horário (lembre-se é hábito). 

Com seu "momento de leitura" já estabelecido, é hora de pegar um livro e botar a mão na massa. Que tal reservar 6 livros para ler este ano? Você terá dois meses para cada livro (menos o primeiro, visto que janeiro já está pra lá de Bagdá). Pegue os livros, divida o número de páginas pela quantidade de dias que você terá no bimestre e o resultado é o número (mínimo) de páginas que você terá que ler diariamente. Dependendo da quantidade de páginas do livro, sua meta será baixíssima e nada sacrificante (você pode aumentar a leitura à medida que conseguir).

Para ajudar no seu novo hábito, vou sugerir SEIS LIVROS que valem a pena serem lidos (para o post não ficar cansativo, vou dividi-lo em duas partes). Vamos aos três primeiros livros da lista?

Bruxos e Bruxas (de James Patterson e Gabrielle Chorbonnet) - trata-se de uma série, mas você pode ler o volume 1 este ano e depois partir para os outros. O livro conta a história de dois irmãos que se descobrem bruxos em um mudo futurístico. Mas isso é proibido. Começa-se aí uma perseguição implacável aos dois. Ação da melhor qualidade. O livro é escrito em capítulos curtíssimos, onde o que prevalece são os diálogos, deixando a leitura fácil e rápida. 

Deuses de Dois Mundos - O Livro do Silêncio (de PJ Pereira) - outra série, mas agora de um autor brasileiro. Imagina um cara totalmente urbano sendo arrastado para um mundo místico repleto de magia e encantamentos. Poderia até estar falando de Percy Jackson; mas neste caso, os Deuses envolvidos na batalha são os bons e velhos orixás. Além da aventura que cerca a narrativa, o livro é uma aula de cultura afro-brasileira. 

Marina (de Carlos Ruiz Zafón) - Zafón é o melhor autor do momento, na minha visão. Impressionante como ele narra bem. Em Marina, acompanhamos dois adolescentes que se metem em um complicado caso que envolve mortes, desaparecimentos, corpos mutilados, esgotos e muito, muito suspense. Embora seja, teoricamente, um livro juvenil, Marina flerta com o terror. Muito bom!

Sigam-me os bons:

Aharom 
Instagram: AQUI
YouTube:  AQUI
Twitter:  AQUI






sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Passando 2015 a limpo!

Olá, pessoas

Estamos em 2016, mas 2015 ainda respira nos nossos cangotes! 2015 foi um ano punk: arrastado, morto, parado e todo trabalhado na crise. Vamos passá-lo a limpo? Relembrar algumas coisinhas?

Wagner é pop
O ator brasileiro Wagner Mouro marcou, definitivamente, seu nome no mercado internacional. O sucesso da série Narcos (Netflix) colocou Wagner no olho do furacão e lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro de melhor ator. Mouro não levou o prêmio (mesmo sendo o melhor entre os candidatos), mas agora ninguém pode negar: ele é um astro internacional.

O Mar da Record se abriu
A Globo sempre foi - e ainda é - a poderosa do mercado de teledramaturgia. Vez ou outra, aparece uma obra na concorrência que lhe tira o sono. Foi assim com Pantanal (na falecida rede Manchete). E em 2015, quem trouxe pesadelos para a Globo foi a rede Record. Com a novela bíblica Os Dez Mandamentos, a emissora de Edir Macedo atingiu índicies de audiência nunca antes imaginados. O sucesso foi tanto que acabou massacrando a novela global das nove - Babilônia (que apesar do nome, não era bíblica). 

A rainha voltou
Por falar em Record, a emissora causou um fuá quando contratou a maior apresentadora de TV da atualidade: a eterna rainha dos baixinhos Xuxa. Chateada com a geladeira que vinha recebendo da Globo, Xu mudou de canal. Sua contratação e sua estreia foram cercadas de muito barulho. Se por um lado a ida de Xuxa para a Record mereceu festa, por outro a coisa tá tensa: o programa da loira ainda não mostrou a que veio e tem perdido audiência a cada segunda-feira.

O filho do Mal
Na política, assistimos a vários capítulos da novela que se tornou a operação Lava-Jato e fomos obrigados ainda a engolir o filho do Mal, Eduardo Cunha, na presidência do Congresso. Cunha nos mostrou, na prática, o significado da expressão "sepulcro caiado". Evangélico, defensor da família tradicional, inimigo daqueles que querem destruir os princípios cristãos, Cunha mentiu na CPI, desviou verba, teve suas contas ilegais na Suíça escancaradas, ameaçou inimigos de morte, perseguiu direitos de LGBTs e mulheres e tentou arrastar o Brasil para a Idade Média. O que aconteceu com ele? Até agora nada!

O fim se aproxima

E no finalzinho do ano, ainda vimos surgir, das cinzas de um ano complicado, dois grandes sucessos midiáticos (e financeiros, claro). O sétimo filme da franquia Star Wars chegou chegando. Fãs de longa data e novos (impulsionados pelo burburinho causado pela estreia) correram para os cinemas para ver o que o destino reservou a Darth Vader e sua turma. 
E, no apagar das luzes de 2015, Adele voltou da maternidade com o álbum 25. O resultado? Milhões de discos (físicos, inclusive) vendidos em pouco tempo nos levando a perguntar: que pacto é esse que você fez, mulher? Conta pra gente!

É isso, gente. 2015 já está na tumba e 2016 só começando. E vamos que vamos! Beijos e sigam-me:



Aharom Avelino

YouTube: AQUI
Twitter: AQUI
Instagram: AQUI


LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...