sábado, 25 de março de 2017

LIGA DA JUSTIÇA - O FILME


Depois de uma longa espera, de ter que se contentar com ceninhas aqui e ali, finalmente a Warner divulgou neste sábado (25) o primeiro trailer oficial do filme da Liga da Justiça. 

O trailer ainda não nos revela muito da história, mas dá para ver os heróis (Batman, Mulher-Maravilha, Ciborg e Flash) em ação por alguns segundinhos - o Superman ainda não deu as caras. Em um dos momentos da divulgação é possível os membros da Liga enfrentando criaturas aladas semelhantes aos parademônios de Apocolipse.

Embora muito tenha sido dito sobre Batman vs Superman, esse primeiro trailer de Liga da Justiça mostra o filme com o mesmo clima escuro do primeiro, espero que não sirva de motivo para críticas antecipadas. Veja você mesmo e tire suas conclusões:


Liga da Justiça estreia em 16 de novembro deste ano e tem a responsabilidade de segurar a audiência dos filmes da DC Comics. Torçamos. 

Aharom Avelino 

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terça-feira, 21 de março de 2017

A ARTE DA TRANSFORMAÇÃO



Título: Perdendo perninhas
Autora: Índigo
Editora: Scipione
Páginas: 127

Sinopse: Ágata não queria acreditar, mas teve de admitir que nada mais seria como antes: tinha início o sexto ano escolar. Além de seguir a ladainha de Mirela sobre os "pode" e os "não pode" da nova fase, Cíntia, sua melhor amiga, passou a maior vergonha na frente de todo mundo no primeiro dia de aula e ganhou um apelido ridículo. Para completar, a repetente Alexandra decidiu ser amiga delas, o que mudou a dinâmica do grupo.
Enquanto faz descobertas de todo tipo, Ágata mantém diálogos absurdos com uma criatura verde e tenta abraçar as mudanças sem abrir mão de ser ela mesma.

Opinião: Fazer uma criança ler, principalmente nestes tempos de Internet, não é tarefa fácil. É preciso ter muito talento para fazer com que uma criança deixe de lado o computador e passe algum tempo mergulhado nas páginas de um livro. Nesse sentido, ponto para Índigo que conseguiu escrever um livro delicioso e que tem tudo para agradar os pequeninos. Perdendo Perninhas é uma linda fábula sobre a transformação, sobre esse passagem da infância para a adolescência. Com uma linguagem dinâmica (sem ser pobre) e personagens cativantes, a autora mostra como narra a trajetória de Ágata, que deixou o ensino fundamental I, onde tinha apenas uma professora, onde o universo girava em torno das coisas de criança, para mergulhar no mundo da adolescência: agora ela precisa se preocupar com a opinião alheia, com o julgamento das outras pessoas e, claro, precisa evitar - de qualquer jeito - os possíveis micos que a gente sempre comete no meio do caminho. 

Ágata é pressionada a crescer por algumas colegas, mas no fundo, ela ainda tem o espírito de uma menina cheia de fantasias. Pronto, está armada a confusão. Nessa hora, a autora entrega um dos grandes dilemas de quem está começando a construir sua história: o que é mais importante? Ser você mesmo ou seguir o bando? 

Perdendo Perninhas é uma ótima opção para quem tem filhos pequenos (ali dos 9 aos 11 anos) e quer que eles criem hábitos de leitura. O texto é engraçado e a narrativa é fluida, o que é muito bom pois não deixa o livro chato. 


Nota: 07 

Aharom Avelino

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

ASSISTA E COMPARTILHE À VONTADE.


Olá, pessoas

E aí, vocês já deram uma olhadinha no nosso canal este ano? Não? Caraca, estão perdendo alguns vídeos babadeiros. Já voltamos lá também, as férias acabaram. Aproveitem a oportunidade (ao assistirem aos vídeos) e compartilhem com seus amigos, inscrevam-se também no nosso canal, afinal você merece coisa boa.

Link do canal AQUI


a) Cinco séries escondidas na Netflix, mas que você precisa ver:

b) Por que os filmes da DC Comics são tão espinafrados pela crítica?

c) Pensa em passar alguns dias em Buenos Aires ou quer saber como é a capital argentina? Então se joga:

Então é isso, depois tem mais. Sigam-me:

Aharom Avelino

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

PERDEMOS NOSSA HUMANIDADE?


Olá, pessoas

Chegamos ao ano de 2017 cercados de modernidades e avanços tecnológicos.  Nunca na História estivemos tão conectados quanto agora e isso tem sido bom e ruim ao mesmo tempo. Bom porque a informação viaja numa velocidade estonteante, ruim porque o ódio se espalha no mesmo ritmo e com ele vamos perdendo, dia após dia, um pouco da nossa humanidade.

Um bom exemplo de como estamos perdendo o bonde da civilidade é a enxurrada de absurdos que vimos neste momento com o anúncio da morte da ex-primeira dama Marisa Letícia, vítima de um AVC. Num momento de tristeza, é chocante ver pessoas comemorando a perda de um ente querido. Independentemente de posições políticas, o que se esperava de qualquer pessoa, com um mínimo de amor ao próximo, era solidariedade, ou pelo menos respeito. 

Durante os dias em que ficou no hospital, dona Marisa recebeu algumas demonstrações de afeto evidentemente; no entanto, foi mais alvo do ódio daqueles que se autointitulam "cidadão de bem". Pessoas que adoram exibir seu "amor ao próximo", seu "temor a Deus" fizeram questão de espalhar mensagens de rancor, de deboche e sadismo sempre que havia alguma postagem sobre a mulher do ex-presidente Lula. E antes que me acusem de intolerância, trata-se de uma contestação: sempre que lia um comentário desumano sobre a saúde de dona Marisa, eu fazia questão de espiar o perfil da pessoa e era batata: 9 em cada 10 se diziam "seguidores do Cristo". Irônico é que tais pessoas não entenderam nada daquilo que o Cristo pregou. 

Diante de uma notícia triste como essa (a perda de uma vida humana), seria interessante que fizéssemos uma autoanálise de nosso comportamento. Será que sou capaz de me colocar no lugar do outro? Será que sou capaz de sentir a dor alheia? Ninguém está aqui pedindo para que se morra de amores pela família Lula, ou que se feche os olhos para qualquer irregularidade que ela tenha cometido (embora ainda não se  tenha provado nada). Não, não é isso. A reflexão que deveríamos fazer agora era: e se fosse minha esposa? E se fosse minha mãe? E se fosse meu filho? Será que eu gostaria de ver (ou ler) comentários comemorando sua partida? Embora pareça tarde, acredito que ainda dê tempo de resgatarmos nossa humanidade.

Aharom Avelino
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