sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

OS FILMES DE 2016


Olá, pessoas

2016 chegou chegando para os amantes de cinema e quadrinhos. Nunca na história das películas, vimos tantos heróis pularem das páginas dos gibis para a telona. Pois é, os filmes (de heróis), mais aguardados de 2016 são o tema do nosso vídeo da semana. Você já viu? Não? Tá perdendo tempo, amadinhos! Assistam logo:


É isso meu, meu povo. Espalhem a notícia (nosso vídeo) por aí e nos sigam os bons:

Aharom Avelino

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sábado, 30 de janeiro de 2016

SEIS LIVROS PARA LER EM 2016 (Parte 2)





Olá, pessoas

E aí, começaram suas leituras? Pois bem, como prometido no post passado (link), aqui vão os outros três livros (totalizando seis) que vocês deveriam ler em 2016. Não percam tempo, mergulhem no maravilhoso mundo da leitura. 

Ah, se você tem alguma dica de livro, pode deixá-la nos comentários. Sua dica será de grande valia. Ok, sem mais delongas, vamos aos livros...

A HORA DA ESTRELA (de Clarice Lispector): que tal parar de ficar compartilhando supostas frases da senhora Lispector no Facebook e começar a lê-la de verdade? A Hora da Estrela é uma narrativa curta que conta a história de Macabéa, moça simples e ingênua que não imagina como o mundo e as pessoas podem ser cruéis. O livro é um verdadeiro mergulho no pessimismo e apesar de parecer melancólico (e é), não deixa de ser delicioso. 


NÃO EXISTE AMOR ERRADO (de Aharom Avelino): sim, sou eu. Se estou sugerindo livros no meu blog, nada mais justo do que puxar um pouco a sardinha para o meu lado, não é mesmo? Pois bem, Não Existe Amor Errado conta história de quatro adolescentes vivendo os últimos meses do ensino médio. Além dos conflitos típicos da adolescência: primeiro amor, o que fazer no futuro, como lidar com as pessoas ao seu redor; soma-se aí o fato de os quatro personagens (Nando, Caio, Lipe e Júlia) serem gays, ou seja, eles ainda terão que lidar com um mundo onde existe, sim, preconceito, bullying, homofobia, etc... Mas, onde também há amizades verdadeiras.  


VIDAS SECAS (de Graciliano Ramos): em tempos de crise hídrica, vale a pena ler este clássico de Graciliano. O livro narra a saga de uma família de retirantes no sertão nordestino e mostra como suas vidas (e suas personalidades) são afetadas pela fome, a miséria e, claro, a seca. Um choque de realidade necessário. Prestem atenção na cachorra Baleia, ironicamente a personagem mais afetiva da história. 

Gente, é isso. Espero que vocês curtam as dicas e que, principalmente, comecem a ler loucamente. 

Querem trocar uma ideia sobre tudo? É só me seguir nas redes sociais. Abração...

Aharom Avelino 

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

SEIS LIVROS PARA LER EM 2016 (parte 1)





Olá, pessoas

Estamos cansados de ler aqui e ali que o brasileiro não lê. De fato, lemos pouquíssimo. A maioria das pessoas, com as quais falo sobre livros, diz que gostaria de ler, mas tem preguiça. Despertar o gosto pela leitura pode parecer difícil, mas nem tanto. É preciso criar hábito e hábito tem a ver com rotina. Reserve um tempo do seu dia (comece com uns 15 minutos) e use-o para ler. Isole-se do mundo: desligue celular, TV, computador, etc... O tempo da leitura deve ser sagrado. Ah... a ideia é que você faça isso sempre no mesmo horário (lembre-se é hábito). 

Com seu "momento de leitura" já estabelecido, é hora de pegar um livro e botar a mão na massa. Que tal reservar 6 livros para ler este ano? Você terá dois meses para cada livro (menos o primeiro, visto que janeiro já está pra lá de Bagdá). Pegue os livros, divida o número de páginas pela quantidade de dias que você terá no bimestre e o resultado é o número (mínimo) de páginas que você terá que ler diariamente. Dependendo da quantidade de páginas do livro, sua meta será baixíssima e nada sacrificante (você pode aumentar a leitura à medida que conseguir).

Para ajudar no seu novo hábito, vou sugerir SEIS LIVROS que valem a pena serem lidos (para o post não ficar cansativo, vou dividi-lo em duas partes). Vamos aos três primeiros livros da lista?

Bruxos e Bruxas (de James Patterson e Gabrielle Chorbonnet) - trata-se de uma série, mas você pode ler o volume 1 este ano e depois partir para os outros. O livro conta a história de dois irmãos que se descobrem bruxos em um mudo futurístico. Mas isso é proibido. Começa-se aí uma perseguição implacável aos dois. Ação da melhor qualidade. O livro é escrito em capítulos curtíssimos, onde o que prevalece são os diálogos, deixando a leitura fácil e rápida. 

Deuses de Dois Mundos - O Livro do Silêncio (de PJ Pereira) - outra série, mas agora de um autor brasileiro. Imagina um cara totalmente urbano sendo arrastado para um mundo místico repleto de magia e encantamentos. Poderia até estar falando de Percy Jackson; mas neste caso, os Deuses envolvidos na batalha são os bons e velhos orixás. Além da aventura que cerca a narrativa, o livro é uma aula de cultura afro-brasileira. 

Marina (de Carlos Ruiz Zafón) - Zafón é o melhor autor do momento, na minha visão. Impressionante como ele narra bem. Em Marina, acompanhamos dois adolescentes que se metem em um complicado caso que envolve mortes, desaparecimentos, corpos mutilados, esgotos e muito, muito suspense. Embora seja, teoricamente, um livro juvenil, Marina flerta com o terror. Muito bom!

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Aharom 
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Passando 2015 a limpo!

Olá, pessoas

Estamos em 2016, mas 2015 ainda respira nos nossos cangotes! 2015 foi um ano punk: arrastado, morto, parado e todo trabalhado na crise. Vamos passá-lo a limpo? Relembrar algumas coisinhas?

Wagner é pop
O ator brasileiro Wagner Mouro marcou, definitivamente, seu nome no mercado internacional. O sucesso da série Narcos (Netflix) colocou Wagner no olho do furacão e lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro de melhor ator. Mouro não levou o prêmio (mesmo sendo o melhor entre os candidatos), mas agora ninguém pode negar: ele é um astro internacional.

O Mar da Record se abriu
A Globo sempre foi - e ainda é - a poderosa do mercado de teledramaturgia. Vez ou outra, aparece uma obra na concorrência que lhe tira o sono. Foi assim com Pantanal (na falecida rede Manchete). E em 2015, quem trouxe pesadelos para a Globo foi a rede Record. Com a novela bíblica Os Dez Mandamentos, a emissora de Edir Macedo atingiu índicies de audiência nunca antes imaginados. O sucesso foi tanto que acabou massacrando a novela global das nove - Babilônia (que apesar do nome, não era bíblica). 

A rainha voltou
Por falar em Record, a emissora causou um fuá quando contratou a maior apresentadora de TV da atualidade: a eterna rainha dos baixinhos Xuxa. Chateada com a geladeira que vinha recebendo da Globo, Xu mudou de canal. Sua contratação e sua estreia foram cercadas de muito barulho. Se por um lado a ida de Xuxa para a Record mereceu festa, por outro a coisa tá tensa: o programa da loira ainda não mostrou a que veio e tem perdido audiência a cada segunda-feira.

O filho do Mal
Na política, assistimos a vários capítulos da novela que se tornou a operação Lava-Jato e fomos obrigados ainda a engolir o filho do Mal, Eduardo Cunha, na presidência do Congresso. Cunha nos mostrou, na prática, o significado da expressão "sepulcro caiado". Evangélico, defensor da família tradicional, inimigo daqueles que querem destruir os princípios cristãos, Cunha mentiu na CPI, desviou verba, teve suas contas ilegais na Suíça escancaradas, ameaçou inimigos de morte, perseguiu direitos de LGBTs e mulheres e tentou arrastar o Brasil para a Idade Média. O que aconteceu com ele? Até agora nada!

O fim se aproxima

E no finalzinho do ano, ainda vimos surgir, das cinzas de um ano complicado, dois grandes sucessos midiáticos (e financeiros, claro). O sétimo filme da franquia Star Wars chegou chegando. Fãs de longa data e novos (impulsionados pelo burburinho causado pela estreia) correram para os cinemas para ver o que o destino reservou a Darth Vader e sua turma. 
E, no apagar das luzes de 2015, Adele voltou da maternidade com o álbum 25. O resultado? Milhões de discos (físicos, inclusive) vendidos em pouco tempo nos levando a perguntar: que pacto é esse que você fez, mulher? Conta pra gente!

É isso, gente. 2015 já está na tumba e 2016 só começando. E vamos que vamos! Beijos e sigam-me:



Aharom Avelino

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domingo, 6 de dezembro de 2015

O BRASIL NO TRONO DE FERRO



Olá, pessoas

Brasileiro é bicho danado, né? Pra onde você for, seja no Polo Norte ou Polo Sul, corre o risco de encontrar um conterrâneo. Mas, tem um brasileiro que decidiu ir além: ele carimbou o passaporte para a terra mítica de Game Of Thrones. Isso mesmo, teremos outro ator nascido no Brasil dando o ar da graça no mundinho criado por George R. R. Martin (como todos já sabem o pequeno príncipe Robin Arryn é interpretado pelo brasileiríssimo Lino Facioli).

O sortudo da vez é o ator carioca Diogo Sales, que vive na Inglaterra. O gostosão da foto ao lado passou em um teste e será um dothrack, aquele povo maluco que era governado pelo fortão Khal Drogo (marido da poderosíssima Daenerys lá na primeira temporada). Ainda não se sabe muito sobre o papel de Diego - aliás, não se sabe quase nada sobre a sexta temporada da série -, mas independentemente de como será o personagem, Sales já está de parabéns por conseguir entrar em uma das produções mais festejadas da TV mundial nos últimos anos. 

Quem viu a quinta temporada sabe que no finalzinho do último episódio, a mãe dos dragões é cercada pelos dothacks, após ser salva da morte por um dos seus filhotes cuspidores de fogo. Sendo assim, vamos torcer para que o personagem de Diogo Sales esteja ali no meio e consiga se destacar, afinal é o Brasil se aproximando do Trono de Ferro, meu povo!

É isso... então, sigam-me
Aharom Avelino



sexta-feira, 20 de novembro de 2015

AI, QUE MEDA!


Olá, pessoas

Vocês gostam de filmes de terror sessão da tarde? Daqueles que sempre tem um assassino mascarado correndo atrás de uma loira? Sim? Então vocês precisam ver a série SCREAM (MTV/NetFlix). Vamos à história:

Após se tornar viral, um vídeo na internet faz a jovem Audrey ficar com problemas e aparentemente serve como catalisador para um assassinato que abre uma janela para o passado da cidade que inclui uma onda de assassinatos feita pelo falecido maníaco Brandon James. Com um final revelador, essa série de suspense retrata a mente conturbada de um maníaco(a) com um passado sombrio e medonho, nesta série todos são suspeitos até mesmo a repórter novata da cidade.

Quem viveu a década de 90 sabe que os filmes da série Scream (não estou falando da série de TV) fizeram muito sucesso. Muita gente saia do cinema com o coração na mão depois de assistir a duas horas e lá vai pedrada seguidas de um maluco com máscara de fantasmas correndo atrás de mocinhas gritantes. O primeiro filme da franquia, que tinha Drew Barrymore fazendo uma ponta (ela é a primeira vítima do psicopata), virou um fenômeno numa época em que a internet ainda estava dando seus primeiros passos.

Mas, o que a série do NetFlix tem a ver com a franquia de Wes Craven? Tirando o estilo e o nome, nadinha! As duas histórias não estão, pelo menos até agora, conectadas. Para os mais velhos, o seriado serve como um oásis de nostalgia, para os novinhos, é a chance de se ver como eram os filmes de terror nos anos 90. E o medo? Neste ponto o produto do NetFlix demonstra menos fôlego do que os os filmes. O fato de ser um seriado torna a narrativa mais arrastada e os conflitos dos vários personagens acabam sufocando as cenas de terror propriamente ditas. Isso não quer dizer que a trama seja ruim, nada disso, é até bacana, só não é uma coisa do outro mundo de boa. 

Outro fator que me decepcionou um pouco foi o elenco. Enquanto os filmes contavam com estrelas do porte de Neve Campbell, Courteney Cox (e a própria Drew), o seriado é formado basicamente por jovens desconhecidos do grande público. Até aí tudo bem, mas além de desconhecidos, o elenco da série é fraquinho; junte a isso um roteiro com diálogos, às vezes, sofríveis e o que temos é um bando de atores despreparados para o estrelato, salvando um aqui outro ali. 

Diante de tudo isso, vale a pena assistir a Scream no NetFlix? Sim, vale muito. Mas se você não for esperando levar um susto atrás do outro. Vá como se estivesse indo ver uma dessas series de adolescentes comuns, mas com um assassino a espreita como bônus. Não espere redescobrir a pólvora e divirta-se.

Até a próxima

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

O LUXO DO LIXO



Olá, pessoas

Vamos falar de livros?

Com sua carreira em decadência, uma ex-estrela de pornochanchadas vê um casamento com um solteirão rico como a única saída. Inspirado nos filmes policiais de Hollywood, Sílvio de Abreu conta a história de Cláudia Toledo, que se casa com o milionário Henrique Ribeiro, mas acaba caindo nos braços do sexy Tomás, o empreiteiro de Henrique. O livro traz o texto integral da obra de Sílvio de Abreu, até mesmo as cenas cortadas quando a minissérie foi ao ar

Se você achou "Verdades Secretas" ousada é porque você não viveu os anos 90 e não assistiu à obra "Boca do Lixo", Sílvio de Abreu causou burburinhos com essa minissérie. Traição, sexo casual, homossexualidade, crimes... se hoje esses temas provocam furdunço nas rodinhas de amigos, imagina há décadas atrás. 

Boca do Lixo foi uma obra-prima que perdeu muito do seu brilho graças ao pudor dos anos em que foi ao ar, mas graças à literatura, podemos saber direitinho como a trama aconteceu. Neste livro, lançado pela Banda Books, temos a história sem cortes. O texto é apresentado na forma de roteiro, isso pode causar estranheza a quem não está habituado com o formato (parece uma peça de teatro, mas com indicações de cena, câmera, etc), porém com um pouco de atenção, consegue-se entender a história direitinho (e o leitor acaba conhecendo outras formas de narrativas que não o texto em prosa, o que é positivo). 

Dispa-se de seus preconceitos e deleite-se neste texto deliciosamente escandaloso. 

Beijos e sigam-me


DOIS VOTOS A ZERO

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu, nesta terça-feira (9), o terceiro dia do julgamento do “núcleo crucial” da tent...